terça-feira, 21 de setembro de 2010

Assim caminhamos para as eleições

Uma parte bem pequena de esquerdistas constitui a máquina do Estado, muito bem remunerada, e deseja, evidentemente, manter a todo custo a atual situação.
Um contingente também pequeno, mas muito rico, considera bonito afirmar-se socialista e até comunista, desde que permaneça rico - é óbvio - e também está contente, apoiando gordamente a extrema esquerda.
Outra parte, um tanto maior, mas longe de constituir maioria, teme perder as “bolsas migalhas” que recebe e voltar a trabalhar, por isso, prefere que tudo continue como está.
Uma extrema esquerda, extremamente pequena, mas muito ardida, brame suas arengas ultrapassadas, para uma “boiada” que “rumina” indiferente aos seus apelos.



A maior parte dos eleitores, centrista e conservadora, vagueia confusa de um lado para outro, atarantada pelo efeito “abobalhante” das artes marqueteiras, as quais primam em negar-lhes a real aparência física e o verdadeiro conteúdo ideológico dos candidatos. Sonambulizam...
Finalmente, a parte séria, pensante e laboriosa do eleitorado, aflita pelo marasmo da maioria, perseguida por dizer as verdades e escorchada pelos impostos, é a única que percebe todos os tons da realidade e o risco iminente. Leva dentro de si a parte sadia do eleitorado.
De consistente mesmo, as esquerdas só tem as cúpulas e as minorias “ardidas”. A maioria do eleitorado, atualmente inerte, esconde um imenso mistério que reserva para depois do 3 de outubro, sejam quais forem os resultados das eleições: coisas imprevisíveis.
Quem viver verá! dizem os franceses.

sábado, 28 de agosto de 2010

Já não somos livres...

Pense nisso!

JÁ NÃO SOMOS LIVRES

Pesquisas de opinião demonstram que a maioria do povo brasileiro é conservadora.
Em outras palavras, porque somos na grande maioria cristãos:

1. Somos a favor do direito de propriedade, contra a invasão de imóveis rurais e urbanos.

2. Somos contrários ao aborto e à eutanásia, formas de assassinato.

3. Somos pela família, conforme nos indica nossa natureza.

4. Somos a favor do pátrio poder sobre os filhos. Os filhos são antes dos pais e não do Estado.

5. Somos a favor de que cada um ganhe honestamente o que merece. Isso é justiça.

6. Somos contrários ao domínio ditatorial do Estado, especialmente na esfera particular.

7. Somos contrários à violência e à criminalidade engendradas pela sociedade atual.

8. Somos a favor do direito fundamental à legítima defesa nossa e de nossas famílias.

9. Somos a favor da moralização dos costumes, especialmente dos jovens.

10. Somos contrários à ateízação das instituições e dos costumes.

Todo esse conjunto de pontos caracteriza uma mentalidade que não se encontra representada em nenhuma das atuais opções para a presidência do País.

Não estamos representados, não temos opção, não temos verdadeira democracia,já não somos livres.

Para onde estamos indo?